Quantos alimentos nutritivos incríveis ainda passam despercebidos à mesa dos brasileiros? Apenas uma pequena fração dos ingredientes regionais e internacionais de alto valor nutricional é explorada na culinária nacional. Ignorar esses superalimentos significa perder benefícios essenciais para a saúde e a criatividade nas refeições. Descubra aqui como alimentos pouco conhecidos podem revolucionar sua rotina alimentar, com sugestões práticas para aproveitá-los ao máximo.
Formada em nutrição pela UFMT. Especialista em: Nutrição clinica (UFMT), Nutrição clínica funcional (VP), Nutrição parenteral e enteral (GANEP)
Você já ouviu falar do baru? É uma castanha típica do Cerrado, cheia de proteínas, ferro e antioxidantes. Vai bem em farofas, pães ou até como snack assado no forno. Outro destaque é o feijão-de-corda, super rico em fibras e com sabor marcante. Perfeito em saladas ou como base para um baião de dois mais nutritivo.
Quer inovar na cozinha? Experimente o jambu, folha famosa no Norte do país que traz aquela sensação diferente na boca. Pode ir em caldos, risotos ou refogados rápidos. E ainda tem o pequi, fruta exótica e cheia de vitamina A. Só precisa de cuidado com o caroço! Use no arroz ou em molhos para carnes para um sabor intenso e único.
Já a taioba, muito usada em Minas Gerais, traz fibras, cálcio e vitamina A — perfeita refogada ou em sucos verdes.
Quer experimentar sabores diferentes e nutritivos? Que tal incluir o grão-de-bico em saladas frias, hambúrgueres ou até mesmo como base para pastas, tipo homus? Rico em proteínas, fibras e minerais, esse alimento internacional ainda não faz parte do dia a dia de muita gente por aqui.
Outra opção é o jatobá, fruta brasileira cheia de cálcio e ferro. Pode virar farinha para bolos, pães ou ser usada em vitaminas. E o sabor? Doce, marcante e super versátil.
Para quem busca algo prático:
– Coloque o grão-de-bico de molho antes de cozinhar
– Bata a polpa do jatobá com leite vegetal para um shake energético
– Experimente assar chips de inhame, tubérculo típico do Brasil, ricos em potássio e fibras
Se quiser ousar ainda mais, tem opções internacionais como o millet (painço), que é fonte de magnésio e não contém glúten. Vai bem em risotos ou como substituto do arroz. Outra dica é o feijão-mungo, comum na culinária asiática: cheio de proteínas e fácil digestão. Use em sopas ou germinado em saladas.
Quer inovar na cozinha? Conheça opções como o tempeh, tradicional da Indonésia. Feito de soja fermentada, é rico em proteínas e fibras. Excelente substituto para carnes em refogados, saladas ou empanados.
Outro destaque: o fonio, cereal africano livre de glúten. Fonte de minerais como ferro e zinco, pode virar mingau, risoto ou até bolos. Que tal experimentar algo diferente no seu dia a dia?
Quer experimentar sabores novos e ainda turbinar sua saúde? Aposte na chia, originária da América Central. Rica em fibras, ômega-3 e proteínas, ela ajuda no controle do colesterol e dá saciedade. É fácil de incluir no dia a dia: misture nas frutas, iogurte ou até mesmo em receitas de pães.
Outro alimento poderoso é o goji berry, vindo da Ásia. Ele contém antioxidantes e vitamina C em alta concentração. Pode ser consumido seco, em sucos ou saladas, acrescentando cor e nutrientes ao prato.
Se busca algo diferente, experimente o amaranto. Esse grão tem proteínas completas e minerais como cálcio e ferro. Ótimo para substituir arroz ou preparar mingau.
Quer inovar no cardápio? Experimente incorporar alimentos internacionais ainda pouco consumidos no país. Edamame, por exemplo, é rico em proteínas e fibras, perfeito para um lanche rápido ou saladas. Já o grão-de-bico pode virar homus ou ser assado como snack crocante.
Outra dica: aposte na quinoa. Ela oferece todos os aminoácidos essenciais e fica ótima em bowls frios ou como substituto do arroz. Para variar, tente preparar curry de lentilhas vermelhas , além de saboroso, é fonte de ferro e energia para o dia todo.
Ao explorar as propriedades nutricionais de ingredientes brasileiros esquecidos e superalimentos estrangeiros, você ganha novas opções para turbinar suas refeições diárias. Além disso, as sugestões práticas de preparo tornam fácil inserir esses alimentos na rotina, diversificando receitas e aproveitando ao máximo seus benefícios.
Alguns exemplos são o baru, castanha do Cerrado rica em proteínas e ferro; o feijão-de-corda, que tem muitas fibras; o jambu, folha típica do Norte que traz sensação diferente na boca; e o pequi, fruta cheia de vitamina A, ótima para arroz e molhos.
O baru é rico em proteínas, ferro e antioxidantes, ideal para saladas, farofas e granolas. A taioba contém fibras, cálcio e vitamina A, sendo perfeita para preparar refogada ou em sucos verdes.
O grão-de-bico é versátil e pode ser usado em saladas frias, hambúrgueres ou como base para pastas como o homus; recomenda-se deixá-lo de molho antes do cozimento. O jatobá pode ser transformado em farinha para bolos, pães ou batido com leite vegetal para um shake energético.
Tem opções como o tempeh (soja fermentada da Indonésia), rico em proteínas e fibras; o fonio, cereal africano sem glúten; a chia, com fibras, ômega-3 e proteínas; o goji berry, antioxidante e rico em vitamina C; e o amaranto, grão com proteínas completas e minerais.
A chia ajuda no controle do colesterol, proporciona saciedade e é rica em fibras, ômega-3 e proteínas. O goji berry é fonte de antioxidantes e vitamina C, fortalecendo o sistema imunológico e adicionando nutrientes aos pratos.
Você pode usar o eda em lanches rápidos ou saladas, preparar homus com grão-de-bico, substituir o arroz por quinoa ou amaranto, e fazer pratos como curry de lentilhas vermelhas para uma refeição saborosa e nutritiva.
Incluir esses alimentos amplia o paladar, enriquece a alimentação com nutrientes essenciais, melhora a saúde e traz mais criatividade e sabor às refeições diárias.
O pequi tem um caroço que deve ser evitado ao consumir, pois pode ser perigoso se ingerido. Use a polpa para preparar arroz ou molhos, garantindo segurança e sabor único ao prato.
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